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Projeto - 402971 - Adaptação à Mudança Climática: autonomia para comunidades e resiliência urbana

Registro: 402971
Aprovado pelo CENEX em: 05/08/2020
 
Status: Concluído
 
Título: Adaptação à Mudança Climática: autonomia para comunidades e resiliência urbana
 
Data de início: 01/10/2017 Previsão de término:
31/12/2019
 
   
 
Data da última aprovação pelo Órgão Competente: 01/09/2017
 
Órgão Competente: Congregação
 
 
CARACTERIZAÇÃO
 
Ano em que se iniciou a ação: 2017
 
Unidade: Escola de Arquitetura
 
Departamento: Departamento de Tec Arquitetura e Urbanismo
 
Programa vinculado: COMPASSO - EPIC: Parcerias educacionais para inovações em comunidades
Principal Área Temática de Extensão: Educação
 
Área Temática de Extensão Afim: NÃO POSSUI
 
Linha de Extensão: Desenvolvimento Urbano
 
Grande Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas
 
Palavras-chave: Mudanças climáticas, Planejamento Urbano, Resiliência
 
 
DESCRIÇÃO
 
Apresentação e justificativa:
Belo Horizonte é uma grande cidade metropolitana com uma topografia acidentada e, como qualquer outra cidade em um país em desenvolvimento, enfrenta grandes desafios relacionados às desigualdades sociais, que tendem a se tornar ainda mais complexas devido aos crescentes impactos das mudanças climáticas. Considerando o histórico da participação popular na tomada de decisões, desenvolveu-se uma parceria entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (EAUFMG) que visa desenvolver um processo de participação social na elaboração e implementação do Plano de Adaptação e Resiliência de Belo Horizonte.
Esse plano tem três linhas de abordagens: Educação, Planejamento Urbano e Monitoramento ambiental para ações de planejamento e educação. Esse projeto está diretamente relacionado com a linha de atuação em Educação. O trabalho envolve as equipes da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e da EAUFMG junto às escolas de educação infantil situadas nas 10 áreas identificadas em um estudo encomendado pela PBH (WAY CARBON, 2016) como aquelas mais vulneráveis às mudanças climáticas na capital.

WAY CARBON, Análise de Vulnerabilidae às Mudanças Climáticas do Município de Belo Horizonte: Relatório Final. Belo Horizonte, 2016.
 
Objetivos gerais:
O objetivo é desenvolver ações que visam ao aumento da capacidade de adaptação local dos habitantes mais
vulneráveis aos efeitos adversos das mudanças climáticas.
 
Objetivos específicos:
A proposta tem os seguintes objetivos específicos:
(A) criação de práticas para o reconhecimento de problemas ambientais locais;
(B) formação de professores e comunidades pais / líderes;
(C) inserir assuntos no currículo escolar sobre mudanças climáticas, utilizando informações originadas pelo sistema de informação climática da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH).
(D)Potencializar a unidade municipal de educação infantil (UMEI) da área como local para continuidade das atividades de longo prazo voltadas a adaptação às mudanças climáticas mesmo após o térmico da parceria PBH e EAUFMG.
 
Metodologia:
A proposta se organiza em duas frentes: abordagem teórica e atividades práticas. A intenção é integrar a discussão teórica da sala de aula com oficinas com as comunidades. A abordagem teórica consiste na realização de disciplinas para graduação e pós-graduação visando discussões e seminários que serão lastro para as oficinas. Dessas deverão resultar propostas de organização do processo participativo, material didático para oficinas, programas de disciplinas para educação infantil, material didático para educação infantil, publicações técnicas, etc.
As atividades práticas contemplam visitas a campo para compreensão da realidade local das comunidades, bem como realização de uma sequência de oficinas nos bairros Confisco e Conjunto Paulo VI.
Pretende-se estabelecer contatos regulares e frequentes tanto com os parceiros da PBH como com as comunidades para que a contribuição ocorra também em relação à produção teórica. Pretende-se organizar um processo sistematizado e flexível que permita a outras comunidades desenvolver, autonomamente ou com suporte do poder público, atividades para reflexão sobre medidas visando ao aumento da resiliência frente às mudanças climáticas. Todo o material produzido
será disponibilizado digital e gratuitamente. É interessante destacar que essa proposta tem vínculo direto também com atividades de pesquisa e extensão.
 
Forma de avaliação da ação de Extensão:
A avaliação será realizada por todos os envolvidos: equipe da EAUFMG, parceiros externos e comunidades envolvidas.
Para cada comunidade será realizada uma avaliação buscando levantar os indicadores: a) número de ações
desenvolvidas, número de participantes e registros fotográficos; b) avaliação qualitativa feita pelos moradores das comunidades e pelo professores das UMEIs; c) avaliação da equipe EAUFMG acerca de processos adotados.
 
Site: -
 
Origem do público-alvo: Interno e Externo
 
Caracterização do público-alvo:
Moradores de 1 comunidade listadas pelo Relatório "A Avaliação da Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas no
Município de Belo Horizonte" (www.bit.ly/vulnerabilidadebh) como áreas da cidade com maior vulnerabilidade. Percebe-se que essas áreas são habitadas pela população mais pobres da capital. Além do público externo, alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo e de pós-graduação em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável.
 
Captação por edital de fomento: Não
 
Articulado com política pública: Sim
 
 
ESTUDANTES MEMBROS DA EQUIPE
 
Plano de atividades:
Inicialmente a equipe conta com uma aluna de doutorado. A pesquisa dela consiste na adaptação e aplicação de uma metodologia quali-quantitativa de
construção de mapas climáticos para fins de planejamento urbano, desenvolvida na Alemanha, para a realidade da cidade de Belo Horizonte, MG. São analisados concomitantemente dados de uso do solo (volume edificado, cobertura do solo, presença de
áreas verdes, áreas permeáveis e não permeáveis), aspectos geográficos (topografia) e informações sobre os ventos, formando diferentes camadas de mapas temáticos. O desenvolvimento desta uma plataforma de comunicação entre climatologistas e planejadores urbanos deve auxiliar nas atividades com os moradores das comunidades vulneráveis.
Serão solicitadas duas (02) bolsas no Edital PROEX 09/2017. Esses bolsistas estarão se dedicando a produção de material para realização das oficinas junto as comunidades. Bem como, participar das oficinas e fazer relatório de registro das mesmas.
 
Plano de acompanhamento e orientação:
O acompanhamento da aluna (não bolsista) de doutorado é feito semanalmente por reuniões presenciais com orientador da pesquisa e pelo cronograma de pesquisa estabelecido.
Os alunos de graduação (bolsistas) terão acompanhamento feito diariamente com reuniões semanais para planejamento de atividades.
 
Processo de avaliação:
O processo de avaliação dos alunos de graduação bolsistas se dará por meio de relatórios bimestrais.
 
 
INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS
 
Infra-estrutura física:
A infraestrutura física disponível para o desenvolvimento das atividades é o Laboratório de Conforto Ambiental e
Eficiência Energética de Edificações da EAUFMG. Ele conta com estações de trabalhos e computadores para os
profissionais envolvidos e equipamentos para realizar medições de variáveis ambientais, caso seja necessário. Dispõe também de estações de trabalho para estudantes de graduação e pós-graduação.
Vínculo com Ensino: Sim
Vínculo com Pesquisa: Sim
Público estimado: 12.000
 
 
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
 
Informações adicionais:
Esse projeto é parte da proposta submetida e selecionada pelo Programa EPIC para o biênio 2017-2019. A seleção
ocorreu na Alemanha em Maio/2017. Foram selecionadas 25 proposta no mundo, e apenas a Proposta da
EAUFMG+PBH na América do Sul.
Entendeu-se ser necessário solicitar prorrogação deste projeto em mais 18 meses para aprofundar os trabalhos e os métodos desenvolvidos.
 

   

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