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Programa - 500325 - IND.LAB

Registro: 500325
Aprovado pelo CENEX em: 29/04/2018
 
Status: Ativo
 
Título: IND.LAB
 
Data de início: 15/05/2014 Previsão de término:
08/08/2018
 
   
 
Data da última aprovação pelo Órgão Competente: 14/05/2014
 
Órgão Competente: Congregação
 
 
CARACTERIZAÇÃO
 
Ano em que se iniciou a ação: 2013
 
Unidade: Escola de Arquitetura
 
Departamento: Departamento de Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e do Urbanismo
 
Principal Área Temática de Extensão: Tecnologia e Produção
 
Área Temática de Extensão Afim: NÃO POSSUI
 
Linha de Extensão: Desenvolvimento Regional
 
Grande Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas
 
Palavras-chave: Arquitetura; Urbanismo; Cultura; Arte; Tecnopolítica; Tecnologia Social; Território; Redes Digitais; Cartografias; Artesanias; Movimentos Sociais; Biopolítica; Biopotência; Conhecimento Livre
 
 
DESCRIÇÃO
 
Apresentação e justificativa:
O Programa IND.LAB é uma iniciativa vinculada ao Grupo de Pesquisa do CNPQ sediado na Escola de Arquitetura da UFMG denominado Indisciplinar (http://blog.indisciplinar.com) e desenvolve projetos de extensão associados à pesquisa gerando tecnologia social atuando em rede com diversos movimentos sociais. Os projetos extensionistas vinculados a este programa até o momento (agosto de 2017) eram: Cartografias Emergentes, Artesanias do Comum, Natureza Urbana, Compartilhamento e Distribuição do Comum, BH S/A. Um primeiro ciclo deste programa (2012, 2013, 2014) dedicou-se a trabalhar investigação e mobilização social para se opor a um grande projeto urbano viabilizado pelo instrumento urbanístico de Operação Urbana Consorciada – inicialmente denominado Nova BH – que configura, na verdade, uma extensa parceria público-privada. Ainda nesse primeiro ciclo, destaca-se a parceria entre o grupo Indisciplinar e o movimento Fica-Ficus, voltado a combater o extermínio de árvores centenárias em uma alameda tombada pelo patrimônio histórico e cultural na região central de Belo Horizonte, dando início ao envolvimento do grupo com as lutas pela Natureza Urbana. Neste primeiro momento, antes do surgimento do Programa INDLAB, estas ações citadas eram frentes de ação do Projeto Cartografias Emergentes que foi se desdobrando em outros projetos e que incitou à criação deste programa.

O segundo ciclo (2015) de ações do Indisciplinar já possuía o programa INDLAB em ação com diversos projetos vinculados e envolveu a atuação do grupo em uma grande rede denominada Resiste Izidora. Ainda no ano de 2015, o grupo se envolveu mais profundamente em lutas ambientalistas – dando continuidade à trajetória iniciada com o Fica-Fícus. O envolvimento mais direto aconteceu com o movimento pelo Parque Jardim América. Este processo de trabalho levou o grupo a auxiliar na criação de uma rede ampla de luta pelo verde urbano denominada Rede Verde. Além disto, atuou-se junto ao novo processo da PBH de construção de uma nova operação urbana para substituir a Nova BH denominada ACLO. Além destas frentes de ação, os projetos vinculados ao INDLAB também atuaram junto aos movimentos culturais e sociais do centro da cidade, participando do Conselho Municipal da Zona Cultural e iniciando outras frentes de ação junto a movimentos como Auditoria Cidadã da Dívida investigando a empresa PBH Ativos.

Atualmente muitas Frentes de Ação que faziam parte deste programa estão migrando para outros dois programas criados: Programa IndUrb e Programa Natureza Política, redistribuindo assim melhor as atividades sob coordenações diferentes e agrupadas por temáticas mais próximas já que o grupo de pesquisa Indisciplinar vem ganhando dimensão com novos projetos, participação de novos professores e também de novos pesquisadores de mestrado e doutorado, além de múltiplos parceiros.

O novo ciclo deste programa (de agosto de 2016 em diante inclui dois projetos antigos que ganharam novos nomes: Cartografias das Lutas (que era denominado por Mapeando o Comum), Plataformas Tecnopolíticas (que era denominado Compartilhamento e Distribuição do Comum) e o novo projeto Geopolítica e Cidades. A partir de agora, teremos também como atividades importantes do IndLab a inclusão do blog de opinião InDebate (http://indebate.indisciplinar.com/) e um conjunto de seminários e eventos.

Os projetos Cartografias Emergentes, Artesanias do Comum, Natureza Urbana migraram para o programa denominado Natureza Política, e as frentes de ação Izidora, PBHAtivos, OUC Aclo, Santa Tereza migraram para o novo programa IndUrb e compõem o Plataforma Urbanismo Biopolítico.

Os novos projetos vinculados a este programa também fazem parte das ações do INCT TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais aprovado em 2016, o que nos levou a ampliar o leque de atividades e estabelecer novas parcerias com outros grupos de pesquisa.
 
Objetivos gerais:
Os objetivos dos projetos vinculados a este programa são produzir tecnologia social realizável em rede junto a movimentos sociais que atuam por justiça urbana. Os projetos pretendem produzir dispositivos tecnopolíticos como formas de potencializar as ações de movimentos sociais parceiros ou atuando junto a comunidades em estado de vulnerabilidade social.
 
Objetivos específicos:
1. Produção de conhecimento de forma desierarquizada utilizando de instrumentos e dispositivos para ações de resistência ao capitalismo neoliberal que se estende sobre todo o espaço urbano expropriando o comum;
2. Confecção de processos cartográficos e mapas territoriais que envolvem objetivos políticos estratégicos: a) dar visibilidade aos conflitos socioambientais; b) ser instrumento de pressão e denúncia; d) ter um caráter educativo gerando conhecimento e tecnologias sociais através da organização e mobilização; f) contribuir no planejamento das ações que envolvem os movimentos sociais, indicando caminhos estratégicos e parcerias;
3. Confecção de artesanias e de arquitetura tática que possa: g) auxiliar na autogestão dos espaços de produção do comum como os ocupas, as vilas e favelas os espaços culturais, as hortas urbanas, produzindo mobiliário, artesanato, arquitetura de auto -construção; etc.
4. Produção de eventos que envolvam a universidade (ensino, pesquisa e extensão) de maneira indissociada. 5. Produção de livros, revistas e material gráfico contendo artigos e manuais de faça-você-mesmo.
 
Metodologia:
As metodologias desenvolvidas em cada projeto deste programa terão suas estratégias voltadas para as necessidades do projeto naquele momento.
Os modos de fazer envolvendo tecnopolíticas e tecnologia social são fundamentais para legitimar as ações que fazem fronteira com o ativismo em defesa dos bens comuns, são eles: desenvolvimento de pesquisas teóricas e conceituais; participação em reuniões e atos junto aos movimentos sociais, culturais e ambientai; participação em atividades políticas como audiências públicas e reuniões de conselhos municipais e estaduais; organização tecnopolítica dos movimentos parceiros realizando colaborativamente e em rede fanpages, blogs, cartilhas, memes, flyers, documentários, infográficos, revistas, livros jornais; produção e participação em eventos artísticos, políticos e culturais como o VAC, Cidade Eletronika, dentre outros; representações em Ministério Público; representação em Conselho Municipal; produção de cartografias e mapas colaborativos; formação de rede entre grupos de pesquisa e também entre movimentos sociais; aulões públicos; seminários, workshops e outros eventos acadêmicos abertos; pesquisas de graduação, pós-graduação (mestrado, doutora e pós-doutorado); artigos científicos em revistas indexadas e também uma revista Indexada denominada Indisciplinar e também colaboramos, desde julho de 2016, para difusão de informação com conteúdo político e social via nosso blog InDebate: http://indebate.indisciplinar.com/.

De um modo geral, pode-se dizer que os projetos vinculados ao Programa vêm sendo explorados a partir de quatro dimensões principais: I) Espacial/territorial: a) por meio da criação de mapas digitais colaborativos que reúnem ferramentas de georreferenciamento com a possibilidade de atuação em rede e em tempo real, utilizando softwares como Crowdmap, Googlemaps e Mapas de Vista; b) produzindo cartografias coletivas a partir de encontros presenciais, como oficinas e workshops; II) Temporal: por meio da produção de linhas do tempo que analisam a evolução temporal dos fenômenos investigados e sua relação com eventos/acontecimentos paralelos da dinâmica urbana; III) Conceitual e informacional: utilizando páginas Wiki (ou seja, que possibilitam a produção colaborativa, processual e em rede do conhecimento) como forma de desenvolvimento dos marcos teóricos que norteiam nossas pesquisas, assim como meio de produção/armazenamento de bases de dados; IV) Comunicacional ou de criação de redes: a partir do uso tático das redes sociais e canais de comunicação de ampla utilização na internet, como fanpages e eventos em redes sociais, blogs, etc.
 
Forma de avaliação da ação de Extensão:
A cada ação do programa haverá uma forma de avaliar o processo. Em geral são feitas reuniões semanais com a equipe executora e periódicas com os movimentos sociais envolvidos nos projetos.
 
Site: indisciplinar.com
 
Origem do público-alvo: Interno e Externo
 
Caracterização do público-alvo:
O público alvo do programa é vasto, pois pretende-se ativar processos de empoderamento social e autonomia de grupos sociais. Cada projeto vinculado a este programa possui uma rede de atores parceiros advindos de múltiplos e heterogêneos movimentos sociais, culturais e ambientais.
 
Captação por edital de fomento: Não
 
Articulado com política pública: Não
 
 
ESTUDANTES MEMBROS DA EQUIPE
 
Plano de atividades:
Os planos de trabalho estão mais detalhados em cada projeto vinculado a este programa (ver em cada um dos projetos o detalhamento de seus planos de atividades0;

Desenvolvimento de metodologia e criação de tecnologia social nos processos de produção das cartografias críticas e dos infográficos organizarão dados advindos de categorias distintas (sociais, políticos, econômicos, culturais, etc.) no espaço urbano.

Repetindo: Os modos de fazer envolvendo tecnopolíticas e tecnologia social são fundamentais para legitimar as ações que fazem fronteira com o ativismo em defesa dos bens comuns, são eles: desenvolvimento de pesquisas teóricas e conceituais; participação em reuniões e atos junto aos movimentos sociais, culturais e ambientai; participação em atividades políticas como audiências públicas e reuniões de conselhos municipais e estaduais; organização tecnopolítica dos movimentos parceiros realizando colaborativamente e em rede fanpages, blogs, cartilhas, memes, flyers, documentários, infográficos, revistas, livros jornais; produção e participação em eventos artísticos, políticos e culturais como o VAC, Cidade Eletronika, dentre outros; representações em Ministério Público; representação em Conselho Municipal; produção de cartografias e mapas colaborativos; formação de rede entre grupos de pesquisa e também entre movimentos sociais; aulões públicos; seminários, workshops e outros eventos acadêmicos abertos; pesquisas de graduação, pós-graduação.
 
Plano de acompanhamento e orientação:
O desenvolvimento de todas as atividades será acompanhado pela coordenadora do Projeto, levando em conta a participação dos estudantes nas atividades de capacitação e monitoria e a orientação para a produção de um portfólio/relatório que tem sido montado ao longo de todo o processo. Para o artigo científico, o bolsista contará com a orientação do coordenador, membro da equipe, com sessões mensais de orientação individual. Além disto, o blog e a fanpage do facebook (importante dispositivo de comunicação com a sociedade) serão importante fonte de informação para avaliação online e em tempo real das atividades.
 
Processo de avaliação:
A avaliação do projeto sera realizada através de alguns Indicadores (que contará com o marco zero realizado no primeiro trimestre): Empoderamento dos beneficiários; A capacitação politica, social e de protagonismo dos participantes das atividades desenvolvidas na produção das cartografias criticas trouxeram. ; Analise dos desdobramentos que se deram a partir da realização das oficinas, como exemplo, formação de novos coletivos, associações de bairro, cooperativas e outros; A reutilização da metodologia da produção destas cartografias por outros grupos e pessoas. A repercussão que o produto final teve em relação ao conflito urbano que cumino no inicio das atividades.
 
 
INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS
 
Infra-estrutura física:
O projeto pretende que as oficinas sejam realizadas preferencialmente em espaços públicos escolhidos a partir do entorno urbano em questão. A equipe contará com uma pequena infraestrutura itinerante,uma mesa dobrável. Essa pratica tem como objetivo incentivar a percepção dos participantes quanto a importância e potencia que existe nestes espaços da cidade. Quando não for possível que estas oficinas aconteçam em um espaço publico um outro local aberto a comunidade como, associação de bairro, ONG e etc será escolhido.
Os alunos bolsistas terão um posto de trabalho na EAUFMG, e contarão com 4 computadores para o desenvolvimento das peças gráficas, uma impressora câmeras fotográficas e filmadoras.
Também teremos 3 oficinas completas de Tecelagem, Estamparia e Marcenaria de mão que será montada, primeiramente, no Espaço Comum Luiz Estrela.
Vínculo com Ensino: Sim
Vínculo com Pesquisa: Sim
Público estimado: 25.000
 
 
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
 
Informações adicionais:
Este é um Programa que pretende ser nômade e estabelecer diversas parcerias com movimentos sociais, ONGS, grupos sociais, grupos culturais, ocupações, Vilas e favelas, outros grupos de pesquisa, etc. Como dois projetos principal deste programa migraram para outros dois programas: Cartografias Emergentes agora está vinculado ao novo programa Natureza Política e o Projeto Plataforma Urbanismo Biopolítico ao novo programa IND.URB, as dezenas de ações que constavam no RESULTADOS deste formulário migraram junto. Mas é importante dizer que todas as atividades cadastradas nos dois projetos supracitados faziam parte deste programa até agosto de 2017 e devem ser levadas em consideração.
 

   

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